Atrás dessa janela fria,
onde jazia minha alma,
havia a vista daquela lua minguante.
Atrás dessa janela,
passa um tempo,
imperceptível,
embora eterno.
Sinto a noite fria na minha espinha
e na ponta dos meus dedos,
neste inverno.
Astros alinhados
na imensidão do nada,
e eu aqui, só.
Matheus Matos
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