Eis minha poesia. Toma, agora é tua!

domingo, 21 de junho de 2026

janela

Atrás dessa janela fria,
onde jazia minha alma,
havia a vista daquela lua minguante.

Atrás dessa janela,
passa um tempo,
imperceptível,
embora eterno.

Sinto a noite fria na minha espinha
e na ponta dos meus dedos,
neste inverno.

Astros alinhados
na imensidão do nada,
e eu aqui, só. 

Matheus Matos

Nenhum comentário:

Postar um comentário