Eis minha poesia. Toma, agora é tua!

sábado, 31 de janeiro de 2015

black holes II







buraco negro sentia solidão
tinha tudo mesmo com um não

volta e meia tinha alegria
dançava valsas infinitas
com estrelas tão bonitas
até se acabar

mas volta e meia não se continha
devorava em agonia
alguma estrela
que não podia amar

buraco negro sentia solidão
fazia poesia
virava pó
e sumia

Matheus Matos

Créditos da Imagem: http://www.geekpause.com/brain-teasers/top-15-black-hole-facts/