Eis minha poesia. Toma, agora é tua!

quinta-feira, 22 de março de 2012

Minh'alma

E nesse meio termo
de ser tudo e nada ser,
de ter tudo e nada ter,
me perco em meu holocausto.

Agredido pelo invisível,
exausto,
vejo a cena do impossível.

Sou eu que levito a cena
de minh'alma pequena
envolta pela escuridão.

Mil demônios a rodeiam
iludidos de penitencia-la ao fracasso,
mas cômoda minh'alma brilha.

Matheus Matos

(Créditos da imagem: http://sitedepoesias.com/poesias/78003)